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Uma Pequena Declaração

Desejo fazer uma sincera confissão hoje.

Tive uma noite perfeita, ao meu ver. Filmes, abraços, beijos, felicidade... Como eu venho sentindo há mais de um mês. Mas hoje, acima de tudo, tive uma prova inegável da mudança que ocorre em mim. Na verdade... Tanto hoje quanto ontem.

Permitam que eu explique: Digamos que neste fim de semana eu estou passando por uma "sessão de cinema" com o meu amor. "Cartas para Julieta" fora o filme escolhido para o sábado, e gostei muito dele. O clima de ontem após o filme, seguido de presentes e fotos, fora algo indizível... Maravilhoso. O filme fala muito, e como disse minha Anjinha em sua postagem sobre o mesmo, existe sim um amor verdadeiro. Mas é verdadeiro apenas quando você está disposto a fazer tudo por ele. Eu digo tudo, mas não digo burrice. Veja bem, há uma linha tênue entre provar seu amor e destruir alguém ou algo lindo apenas porque você "ama" alguém. Isso não é amor. Não é, e jamais será. E graças tanto ao texto dela, tão belo e poético, eu me peguei pensando algo: Eu já tenho minha Julieta. Minha bela e maravilhosa Julieta, que me permite ser alguém melhor do que já fui, que me dá forças para reescrever minha história com o amor que ela me ensina todos os segundos de minha vida. 

E se há necessidade de prova para alguém, eu a tenho. 

Tive vários problemas em minha vida, assim como todos vocês. Assim como toda e qualquer pessoa do mundo, na verdade. Mas um deles me trouxe algo inesperado na época, e que eu nunca fui capaz de entender claramente: O ódio supremo em relação à uma música. Não adianta ser mencionada aqui seu nome, principalmente porque é bem conhecida. Mas eu a odiava, sendo capaz de explodir de pura fúria quando a ouvia. E hoje, a ouvi novamente. Na voz de Julli. 

Em tempos passados, eu teria levantado, ignorado, feito qualquer coisa para evitar que ela cantasse-a; Mas não foi o que aconteceu. Eu me vi parado, olhando para ela enquanto ela deixava a melodia ainda mais bela com sua voz. E não tive raiva. Não quis fazer nada. A música perdera seu efeito. Eu não havia me dado conta disso naquele momento específico, mas agora eu sou obrigado a deixar isso escrito, para que eu possa lembrar-me sempre: Foi a calmaria de Julliane que destruiu as inúmeras tempestades dentro de mim. Sei que ela vai continuar fazendo isso, afinal... Ela é um ponto de paz, meu paraíso. Sim, afirmo isso com toda a certeza de meu ser, assim como afirmo que o sol é quente e que humanos não podem voar. Não... Permitam que eu mude isso. Eu posso voar. Desde que eu a tenha ao meu lado. 

O que fazer agora? Simples. Deixar que as coisas mudem, ao seu ritmo natural. Estar com a Julli é estar em um constante estado de paz e alegria. Sei que ela possuí esse poder, de mudar tudo de um modo que nem consigo perceber ou entender. Então, que ela o faça, sem medo. Buscarei cada dia mais ser merecedor desse presente divino. E claro, buscarei também a felicidade dela. De preferência, sempre ao meu lado. 

E como é uma postagem voltada exclusivamente para ela, é necessário dizer: Julliane Farias, eu te amo.


Boa noite à todos, e ótima semana para vocês. Porque eu sei que a minha vai ser ótima, como vem sendo. 

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